Em O Vazio da Existência, Artur Shopenhauer explica a busca incessante pelo nada.

“Primeiramente, nenhum homem é feliz, luta sua vida toda em busca de uma felicidade imaginária, a qual raramente alcança, e quando alcança, é apenas para sua desilusão ; e via de regra, no fim, é um náufrago chegando ao porto com mastros velas faltando.
Então dá no mesmo se foi feliz ou infeliz, pois sua vida nunca foi mais que um presente sempre passageiro, que agora já acabou.”

Acredito que quando ele escreveu isso estava como eu. Às vezes me sinto como se minha vida fosse uma descrição exata do livro Admirável Mundo Novo, sempre metódico, uma rotina que não acaba. Tudo pode mas, tudo é proibido. Como se nós fossemos um brinquedo de Deus. Faça isso, não toque nisso.

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Me lembrei do filme Advogado do Diabo.

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Dúvida cruel…fazer o que eu gosto e sofrer as consequências ou deixar como está??!

Estou lendo O Apanhador no Campo de Centeio e estou adorando!!!!

Música que não sai da cabeça…Que Loucura do Cachorro Grande.

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