Ontem passou um dos melhores episódios de House que eu já assisti, se é que tem algum “marromeno”. Essa série é demais! A fórmula é básica, um ótimo ator com falas geniais mas o melhor de House é que ele não perde mesmo a piada. Nesse episódio o paciente é um grande pesquisador que no passado fez coisas horríveis em nome da ciência. Ele já esta velho, está sentindo dores e acha que não tem muita salvação. Ele quer controlar quando irá morrer. E já desde o inicio, ele pede que o deixem morrer.

House – Tudo bem, você não nos ajuda, nos não o ajudamos, Os seus pulmões enchem-se de fluído lentamente… você tenta respirar, mas nunca consegue. Cada respiração é agoniante. Será lento, doloroso, tortuoso.

Paciente – Não escolhemos quando nascer, não escolhemos como morrer.

House – E se pudesse? Vamos fazer um acordo. Dê-me mais um dia, se não descobrir o que tem de mal até lá… ajudo-o a morrer.

Não vou contar um resumo do episódio muito menos o final, mas se a curiosidade matar, você pode ler aqui.

Engraçado que me lembrei agora como comecei a gostar da série. Estava passando as férias em Fortaleza e foi graças as belas praias que peguei um bronze que mais parecia queimadura de primeiro grau o que me deixou na cama por um tempinnho. Como no quarto do hotel tinha tv a cabo me esbaldei! Assisti poucos episódios de House mas foi o suficiente pra ser paixão a primeira vista. Voltei com a mala cheia de saudade e com um enorme desejo de assistir a série. Sem tv a cabo em casa me contentei com alguns sites que comentavam sobre a série, foi então, que na tv aberta começou a passar. Por que gosto de House? Não sei. Mas faço minhas as palavras do Jr. que descreveu com muita cautela pra não parecer as “pessoas que se vestem iguais seus personagens preferidos ou pessoas que vão a exposições da série ou encontros de fãs“. Estou passada!

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