Depois de umas férias virtuais voltei após assistir “Across The Universe” como disse no fotolog que “Mesmo com vários ingredientes de comédia romântica: jovens atores bonitinhos, rapaz que se apaixona pela irmã do amigo, casais que se separam e voltam… “Across the Universe” consegue sobreviver a todos esses clichês. Sim, ele é um musical, mas não são músicas quaisquer. São as músicas dos Beatles a maior banda de rock (e de pop) do mundo. A história (passada nos anos 60) parece começar meio bobinha, mas vai envolvendo o espectador com suas cenas maravilhosas. Tudo bem que “Across the Universe” não é o filme que vai mudar sua vida, mas vai fazer seu dia mais feliz. Se você é fã dos Beatles ou não, com certeza vale a pena assistir!”

e “As Crônicas de Nárnia: Príncipe Caspian” que foi ótimo porém previsível…
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Eu tenho uma mania de querer saber tudo nos mínimos detalhes. Não só por não entender mas é a síndrome de curiosidade mesmo. Achava que era loucura assistir os extras e reassistir um filme com comentário do diretor. Bom, nem tanto já que tem gente que baixa só a legenda.
No caso “Big Bang Theory” é uma das séries que mais me desperta curiosidade. Jamais imaginaria que a “Blossom” é PhD em neurociência. Ou que pesquisaria sobre Efeito Casimir, buraco de minhoca… entre “otras cositas más”.
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Que coisa “non sense” estou com fome de sol e de suar, de suar nem tanto. Quero vento na cara…
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“Don’t worry about a thing,
‘Cause every little thing
is gonna be all right.”
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Faz um tempo que li no jornal “O Estado de São Paulo” sobre o filme “A Era da Inocência” que fala sobre Jen Marc, que vive num mundo de sonho em que ele é um pouco de tudo, cavaleiro medieval, escritor, estrela de cinema…mas a realidade é outra e Jean tem um emprego medíocre, uma mulher que não lhe dá atenção e um pai fracassado. Engraçado como muitos se indentificam com um personagem de filme, seriado…quem nunca fez isso que atire a primeira pedra. Eu gosto mais de séries, elas me fazem fugir um pouco da realidade. Me identifico mais com a cena do que com o personagem em si.
Em “Uma Mente Brilhante” John Nash é um gênio matemático diagnosticado com esquizofrênia e tem que dinstinguir o real do imaginário. O cérebro é fascinante. Nos engana, trai. Ser o que você quiser…Será que não somos?
Acho que preciso de férias…

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