Frequentemente tentam me encaixar num padrão de comportamento condizente aos dias de hoje. É hora de constituir família. Tempo de pensar no futuro. No trabalho vista-se de tal maneira, nos encontros casuais coloque a farda despojada. Não se exponha. Sua posição não combina com determinado ato, feche-se, não sinta, programe-se.
Ora, ao inferno com as regras de etiqueta. Que apodreçam no inferno os que planejam cada dia, os que passam a vida a pensar no sucesso, no dinheiro, nas metas, esses são vítimas da própria ambição.
Pois eu quero é mais! Desejo pernas bambas ao perecebr que ele me olha, lágrimas ao lembrar do passado, porres homéricos na companhia dos queridos. Quero também poesia, conviver com Vinícius, Pessoa, Cecília. Que me invadam milhares de sinfonias, que minha trilha sonora toque sempre, que Mozarts, Bachs, Beethovens mostrem-se presentes em minha fugaz existência..
Que se exploda esse mundo! Ele não foi, não é e nunca será meu.
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Baixei o livro Máquina de Pinbal da Clarah Averbuck.
Meu cunhado baixou a Bíblia…e ela veio com vírus.
…Quando temos um blog, tudo a nossa volta se torna idéia para o post do dia!
Inclusive pensar nisso!
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Sobre as Olimpiadas, eu passo a palavra pro Jr.
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Cult ou trash?
José Mojica Marins ou Zé do Caixão está de volta com “Encarnação do Demônio” o filme que encerra a trilogia iniciada em À Meia-Noite Levarei sua Alma (1964) e de continuação em Esta Noite Encarnarei no Teu Cadáver (1967). Pra quem ainda não assistiu (como eu) as duas partes anteriores da trilogia, o site do filme oferece uma sensacional apresentação, onde você participa passo a passo da história do coveiro mais sádico do cinema.
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Duas horas esperando e meia hora namorando é fugaz…
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Namastê pessoas…

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